2.9 de 5 estrelas
Compra verificada
yeah
Joguei por algumas horas. É de fato muito bom, como dizem. Então se eu gastar meu tempo a contar-lhes quão imersivos são os sons e efeitos, quão decentes são os gráficos ou quão bem otimizado é o jogo, não estaria inovando. Dessa forma, quero contar-lhes, em vez, de alguns pontos negativos, para que possam ponderar se querem ou não comprar o jogo. São três: 1) ausência de server browser; 2) existência de literalmente bots (robôs) no jogo; e 3) o trabalho intenso na CPU. 1) Ao meu ver, e você pode discordar, o server browser, ou seja, poder pesquisar e escolher o servidor no qual deseja entrar é uma das ferramentas mais importantes num jogo de tiro, por respeito à capacidade decisória e à liberdade do jogador, e também por ser responsável pela longevidade do jogo. Além de que, claro, é algo tradicional no Battlefield e o distingue, por exemplo, do Call of Duty. Na ausência do server browser, enfim, há apenas o click and play que sempre foi a regra na franquia concorrente. Muitas vezes, por conta disso, caí em servidores sem jogadores suficientes para se iniciar uma partida e, algumas vezes, esta teve de ser preenchida com robôs (o que nos leva à próxima crítica — mas segurem ainda primeiro ponto). Imaginem, então, futuramente, lá nos anos em que nem tanta gente estará jogando-o, o quão difícil será encontrar uma partida oficial, sem regras idiotas ou mapa inventado. Eu digo isso porque sim, existe um tipo de server browser, mas serve apenas para as “invenções” da comunidade. 2) Quanto aos robôs, não preciso me alongar. Compramos um jogo multiplayer exatamente para jogar contra pessoas reais. Daí que o uso de bots é inaceitável, sobretudo quando o jogo está no seu ápice — acabou de ser lançado. Ou seja, se no momento com mais jogadores vê necessidade de preencher as partidas com robôs, mesmo que sejam poucos, alguma coisa está errada na ALOCAÇÃO dos jogadores reais dentro das partidas de jogo. 3) Por fim, embora a otimização do jogo esteja excelente, o jogo é um “CPU intensive”. Fique já o aviso. Mas há um suposto problema que muitos apontaram — e do qual sofre meu computador: a CPU chega a altos níveis de uso e, no meu caso, a 100%! Isso acontece em vários tipos de configurações que se vê pela internet, desde CPUs mais fracas a mais fortes. E veja: talvez, só talvez, porque sou um leigo, seja um problema a se resolver, porque pessoas já inventaram uma solução > ao alterar, em notepad do Windows, em pasta dentro do jogo, uma configuração a respeito do uso da CPU. Assim, sem modificar a performance, e ainda, conforme alguns relatos, dando azo a menores temperaturas, houve redução do uso da CPU. Por hora minha avaliação é esta. Peço aos desenvolvedores que dêem uma olhada especialmente quanto aos pontos 1) e 2).
Honestamente, saiam dessas porcarias e vão curtir um jogo singleplayer. É o melhor que podem fazer para a mente de vocês. Garanto que vocês vão se divertir muito mais, se é que vocês pelo menos realmente se divertem jogando essa bomba ai. O CS:GO já foi o bastante pra me afastar.
Recomendação: Sim, com lágrimas nos olhos. Eu sou um "veterano". Um sobrevivente das trincheiras digitais de Bad Company 2, um engenheiro que viu o sol nascer sobre o Caspian Border em Battlefield 3, um fuzileiro naval que dominou as ondas de Paracel Storm em Battlefield 4. Eu tinha desistido. Achei que aquele sentimento, aquele rugido visceral da guerra total, tinha morrido para sempre. Mas então, ele chegou. Battlefield 6. Quando o tanque explodiu ao meu lado e o prédio desmoronou com aquela fidelidade absurda, senti um arrepio. Não o arrepio do susto, mas o arrepio da memória. Foi como ser teletransportado de volta para a minha adolescência/início da vida adulta, com a adrenalina pura correndo nas veias, a promessa de caos épico e a camaradagem de um esquadrão que realmente funciona. Caros players mais velhos, escutem-me: Isto é para nós. O gunplay é perfeito, cirúrgico, satisfatório. Os mapas são vastos, abertos e permitem aquela verticalidade e destruição tática que transformam cada partida em uma história diferente. A escala, a imersão... está tudo aqui. Juro que, ao pilotar um jato e mergulhar sobre a bandeira inimiga em chamas, senti-me a criança que era quando liguei o primeiro Battlefield. É a felicidade bruta e sem filtro, a sensação de maravilha que há muito tempo a indústria tinha me roubado. Battlefield 6 não é apenas um jogo. É uma máquina do tempo. É a prova de que a glória não estava perdida, apenas adormecida. Se você, como eu, carregava no peito a saudade de um Battlefield que te fizesse sentir vivo, com a mira ajustada e o coração acelerado... compre. Eu não estou apenas recomendando um jogo. Estou recomendando que você resgate um pedaço da sua paixão. E vale cada centavo. Perfeito. É a única palavra.